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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Luz da minha vida

No banco velho do tempo, a lua estende o seu brilho, sobre o terreno sombrio, indicando que em algum lugar próximo, brilha a luz.



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Brincando com palavras e poesias



Após realizar a leitura do texto "Brincando com as palavras" escrita por Kelly de Souza e disponibilizado pelo curso de Extensão em Mediadores de Leitura da UFRGS, nota-se que a poesia é importante e necessária no processo de desenvolvimento da criança. Tal como os contos de fada, levam-na a viajar, sonhar, imaginar, inventar, criar, recriar, rimar, entre outros. Na infância é fundamental a função dos mediadores, primeiro através dos pais, depois pelos professores. As crianças devem ser incentivadas para a exploração das palavras, a leitura, a construção e reconstrução de poesias. Levá-las a observar as rimas que fazem a beleza das quadrinhas e poesias.
Assim, a poesia é um meio pelo qual o professor/pai/educador em geral deve utilizar para 'seduzir' as crianças/jovens para o mundo fascinante da linguagem oral e escrita, pois através desse instrumento é possível encantar, trazer a beleza e a magia das palavras, dos nossos pensamentos, incentivando a criatividade, imaginação e, em consequência, a aprendizagem significativa que tantos almejamos.
Dessa forma, a poesia deve estar presente desde cedo na escola, como também em qualquer espaço educativo, seja ele formal ou informal. Apresentar versos simples, com significados, que despertem a imaginação da criança, é muito válido no processo de aprendizagem dos pequenos.      
Mas para isso, é indispensável que o professor, antes de tudo, faça um levantamento de alguns poetas que escrevem poesias, para que os educandos tenham um primeiro contato com eles e suas obras e para que saibam da existência, percebendo como ler e escrever poemas é uma atividade prazerosa.        
Torna-se necessário o professor fazer uma sondagem para descobrir os temas que interessam aos alunos, seus gostos, culturas, necessidades, de acordo com a faixa etária, para a introdução da poesia em sala de aula. Após, conversar sobre poesias, falar da harmonia das palavras, das rimas, musicalidade.       
Existem muitas poesias apropriadas, como esta do grande Vinícius de Moraes:

A Porta

Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.

Eu abro devagarinho

Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira

Eu abro de sopetão

Pra passar o capitão.

Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa . . .)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.

Eu sou muito inteligente!

Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!

Essa poesia foi experienciada com duas crianças, no momento da elaboração deste trabalho e foi muito interessante os sentimentos e emoções despertadas através dela. A criança menor, ao final da poesia, disse: - Faz de novo! Foi constatado, com essas palavras e seus olhares que ela entendeu o significado das palavras e adorou as rimas. No momento do texto em que aparece o seguinte trecho: "eu abro bem devagarinho pra passar o menininho", o outro menino representou a cena, abrindo uma porta deste modo.
Outro modo de trabalhar poesia com crianças é através das parlendas. Uma muito interessante é a seguinte:

“Dum, dum Jacutinga laps”

Estava a Dona Galinha
Com a pintaida a passear
Não é que a Dona Minhoca se intrometeu
Para atrapalhar
Foi um tal de corre, corre, remexe mexe, socorre acode
Lá foi a Dona Minhoca parar num bico... Ai que azar...

Dum, dum jacutiga laps
Catunga laruêps  Catunga tinga
Salaruêps sara meu paps
Catunga laruêps Catunga tinga

Naquele bailado doido
Que a minhoca pôs-se a fazer
No bico de um pintinho
Que não parava de tremer
Então no remexe, mexe, socorre, acode,  no vai não vai,
Não é que a Dona Minhoca, do bico fino... Pode escapar...

Dum, dum jacutiga laps
Catunga laruêps Catunga tinga
Salaruêps sara meu paps
Catunga laruêps Catunga tinga

       Através desta parlenda que é uma canção em ritmo de samba, é possível desenvolver as seguintes atividades com as turmas:
·          Cantar e dançar que auxilia que auxilia na expressão oral, pois muitos alunos da educação infantil apresentam dificuldades na fala; também desenvolve a expressão corporal através da dança favorecendo a desinibição;
·         Dramatização que auxilia na interpretação e no desenvolvimento da expressão corporal;
·         Reconhecer as características dos animais, neste caso, as aves;
·         Desenho das partes da canção e recontagem da história, desenvolvendo as noções de tempo: início, meio e fim.
As crianças adoram a letra e o ritmo desta música e os pais contam que as crianças chegam em casa cantando o refrão. Assim, elas se sentem estimuladas e desenvolvem as habilidades acima citadas de forma prazerosa.

Referências bibliográficas:




segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Atividade do Módulo 3 - Mediadores de Leitura

       O Encontro...



         O ano era 2014 e o lugar o Estádio Beira-rio em Porto Alegre. O evento a Copa do Mundo e a partida, nada mais nada menos que Brasil x Argentina.
         Estavam os quatro, lado a lado, assistindo a este grande clássico: o gaúcho, o mineiro, o carioca e o nordestino. Não tardou muito, estabeleceram uma pequena conversa, nem sempre entendendo bem o que o outro falava; ora comentando fatos corriqueiros, ora falando sobre o jogo e, claro, a todo momento gritando em direção ao campo.

         - A la pucha! Este minuano ta de arrepiar o pêlo, não demora vai cai um aguacero e eu sem uma japona – reclamou o gaúcho.
         Os outros não entenderam bem o que o gaúcho quis dizer, apenas concordaram:
         - Podicrê! Balbuciou o carioca.
         Impaciente com a demora dos jogadores a entrar em campo, o gaúcho comentou:
         - Home do céu, vão ficá se incebando o dia intero?!
         Novamente os outros se entreolharam, então o mineiro resolve mudar o assunto, pois aquele não estava entendendo:
         - Ma que belezzz distádio, é grandimais da conta!
         - Pow, com cerrteza – concorda o carioca.

         A partida inicia sob um clima muito tenso em campo, pois a rivalidade do clássico é muito grande.





         - Êta trem difici dimais!
         - Cruz-Credo! Virô um intrevero danado.
         - Sinixtro, brow!
- Crê em Deus padre, oxii!

Com toda essa exaltação, o mineiro grita:
         - Cê é bobo dimais da conta.
         Os demais olham para ele, contrariados. E ele explica:
         - A cunversa num é cocês.

         Então eles olham para o campo, entendendo a bronca e incentivam o time, que não estava jogando o esperado:
         - Gás, mano! Qualé mermão!
         - Bamo que bamo – ajuda o gaúcho
         - Dá o sangue! – Acrescenta o carioca.
- Não se avexi nesse racha, cabra! - Fala o nordestino
        
         O Beira-rio se cala por um instante quando o juiz marca um pênalti a favor da Argentina. Porém, num próximo instante, gritos de indignação são ouvidos:
- Meu padinho padi Cícero, acodi os viventi nesse balaio de gato.
         - Porrada, vacilou mané.
         - Juiz catrefa! – brada o gaúcho
         - Ai meu Jesus Cristim – choraminga o mineiro.
         A euforia foi tanta quando o eficiente goleiro brasileiro, Victor, defendeu o pênalti, agarrando a bola.
         - Oigalê! Tinha que ser da minha terra esse taura!
         - Demorô! – comemora o carioca.
         - Ai qui foi um trem doidimai! Grazadeus!
- Oxenti! Té quinfim!

         O pênalti defendido dá uma amenizada nos ânimos e os quatro brasileiros conversam:
         - Ronaldim ta gordimai, num sai do lugá.
         - Tá mais perdido que guaipeca sem dono – concorda o gaúcho.
         O carioca manda o recado para o jogador:
         - Raxga mano, na moral, ta txirando onda?!
E o nordestino acrescenta:
- Vêssi não dá vexame, vissi?

         O primeiro tempo termina e, na segunda etapa, a partida continua tumultuada. Os amigos se indignam a todo momento, gritam com o juiz, com os jogadores e sobra até para o técnico, Mano Menezes.
         - Pare home do céu! Bota o Ronaldinho Gaúcho que esse gaudério não se mixa!
         - Podicrê, maluco. É isso aí! – concordou o carioca.
- Ronaldinho é porreta, desimbesta.
        
         O clima vira suspense quando, aos 45 minutos do segundo tempo, o Brasil tem uma falta perto da área para cobrar.
         - Dá o sangue, cara! Noix queremo essa!
         - Prestenção, é agora a hora di marcá.
- Quando Deus Nosso Senhor qué até égua veia nega estribo.

  
         Mano Menezes pede para Ronaldinho Gaúcho, que acabou de entrar em campo cobrar a falta, porém Felipe Mello se antecipa e nem é preciso descrever o que aconteceu. O mineiro engasgado, fala:
         - Num to querditando nuqui to venu. Quilocura!
         - Esse vivente merece uma boa coça de laço, perdeu um gol feito.
         - Arranca toco, rapá!
- Vai catá pioio doidim!

         Com o final da partida em 0 x 0, os quatro saem do estádio, tristes pelo resultado do jogo, mas ao mesmo tempo felizes por terem conhecido pessoas tão diferentes que compartilham da mesma paixão. E da mesma língua, por incrível que pareça.
FIM


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Atividades em sala de aula

Oi, estou postando no Blog pela primeira vez e gostaria de registrar esse momento único em sala de aula que demonstra o quanto desde pequenos mundo da leitura e da imagens nos fascina.



Ieda Romana

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Letra da Música " Casinha" (Armandinho)

Casinha Armandinho
Fazer uma casinha no alto do morro
é tudo o que eu pedi pra Jah
Sair dessa cidade soltar o meu cachorro
Fugir da Babilônia (repete)

Aqui eu sou marajá
A natureza é minha luxúria,
Viver de frente pro mar,
Sei que DEUS me ajudará (repete)

Fazer uma casinha no alto do morro
é tudo o que eu pedi pra Jah
Sair dessa cidade soltar o meu cachorro
Fugir da Babilônia (repete)

E quando a noite chegar,
Brisa do oeste soprar,
Sinto a esperança no ar,
Maré cheia ajudará (repete)

A felicidade se encontra
Nas coisas mais simples da terra,
Às vezes a paz de um sorriso
Pode desarmar uma guerra

Aqui to mais perto de DEUS,
Curtindo meu filho brincar,
Cidade vou dizer adeus,
Não sei se eu vou voltar.

Fazer uma casinha no alto do morro
é tudo o que eu pedi pra Jah
Sair dessa cidade soltar o meu cachorro
Fugir da Babilônia (repete) 




Por: Clareci, 22.11.2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Música do Blog

Escolhi esta música pois faz muito tempo que gosto dela acho que expressa o desejo que tenho sobre tudo na vida. Silvina.


O Vento
Composição: Edson Gaúcho
Num mundo com tantas doenças. O povo com pouca crença.
Eu venho pedir cantando em sentimento e versos,
eu venho pedir ao vento dar uma volta no universo. (Meditação).
Pedi ao vento que leve lembrança pra minha terra.
Pedi ao vento que leve paz, aonde tem guerra.
Pedi ao vento que leve fartura onde tem miséria.
Pedi ao vento que leve um beijo nos lábios dela.

O Vento foi,
O Vento vem,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

Pedi ao vento que salve os jovens perdidos nas drogas.
Pedi ao vento que espalhe no céu o perfume das rosas.
Pedi ao vento que toda a nação seja gloriosa.
Pedi ao vento proteção aos filhos da mãe amorosa.

O Vento foi,
O Vento vem,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

Pedi ao vento pra acalmar as ondas dos sete mares.
Pedi ao vento que leve harmonia a todos os lares.
Pedi ao vento que leve embora a impureza dos ares.
Pedi ao vento em orações que fiz nos altares.

O Vento foi,
O Vento vem,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

Pedi ao vento pra nos conduzir na estrada da vida.
Pedi ao vento que encontre a criança desaparecida.
Pedi ao vento que dê ao doente conforto e guarida.
Pedi ao vento que a minha prece seja ouvida.

O Vento foi,
O Vento vem,
Será que o vento já me atendeu?
Só resta agora você me entender,
Que esse vento é o nosso Deus!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

TEATRO NA ESCOLA


Crianças da EMEI Gente Inocente coordenadas pela professora Clareci, representam personagens da Ciranda de Roda " A Linda Rosa Juvenil". 
Imagem de arquivo
Clareci

Mostra de trabalhos realizadosna escola para o dia das mães

Para presentear as mães foram confeccionadas estas lembrancinhas em EVA: chinelinhos com um sabonete e mensagem, porta agenda com um caderno e uma caneta.Lindos!!
Professora Clareci


Escolhi essa música porque transmite paz. É muito linda! Clareci

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Perfeição

Essa música da Legião Urbana fala tudo o que eu penso sobre o nosso País. Me identifico muito com as letras do Renato Russo,  ele denuncia em suas letras tudo o que acha errado, o que acha injusto, principalmente nesta música Perfeição. Renato Russo ironiza a perfeição de nosso País, convidando a todos a "comemorar". Comemorar o que mesmo? A injustiça, o voto dos analfabetos, os mortos nas estradas, a juventude sem escola... Essa música é ainda muito atual... e uma de minhas preferidas pois expressa tudo o que eu gostaria de dizer!!




Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=eaU7OsIdjUc
Postado por: Lisiane Borges

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Música "Eu vou seguir"

A partir da proposta do Curso de Mediadores de Leitura na Bibliodiversidade, que se trata de escolher alguma música que emocione e nos traga reflexão, estou aqui (Thaysa D. Bortoncello), postando o vídeo da música "Eu vou seguir" de Marina Elali, por ser uma letra que marcou profundamente minha vida e até hoje ser de uma certa forma meu 'lema'.



Eu vou seguir

Marina Elali

Composição: Diane Warren / Gloria Estefan / Marina Elali / Dudu Falcão
Eu sei!
Que os sonhos são pra sempre
Eu sei!
Aqui no coração
Eu vou!
Ser mais do que eu sou
Pra cumprir
As promessas que eu fiz
Porque eu sei que é assim
Que os meus sonhos
Dependem de mim...
Eu vou tentar
Sempre!
E acreditar que sou capaz
De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Sempre!
Saber que ao menos eu tentei
E vou tentar mais uma vez
Eu vou seguir...
Não sei!
Se os dias são pra sempre
Guardei!
Você no coração
Eu vou!
Correndo atrás
Aprendi!
Que nunca é demais
Vale a pena insistir
Minha guerra
É encontrar minha paz...
Eu vou tentar
Sempre!
E acreditar que sou capaz
De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Sempre!
Saber que ao menos eu tentei
E vou tentar mais uma vez
Eu vou seguir...oh, oh, oh!
Eu vou tentar
Sempre!
E acreditar que sou capaz
De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Sempre!
Acreditar que sou capaz
De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Eu vou, eu vou, eu vou
Sempre!...




























Vídeo:



Acesso no site do youtube

Abraços!

domingo, 7 de novembro de 2010

Histórias infantis e jogos

As histórias infantis além de proporcionar um momento de leitura, imaginação e magia, podem ser usadas como um meio de introduzir diversos conhecimentos, dentre eles estão os conhecimentos matemáticos. Trago aqui algumas imagens de vivências onde algumas histórias do prof. Adriano Neuenfeldt foram utilizadas e posteriormente criados, junto aos alunos, jogos que possibilitaram o contato real e prático com conceitos, no caso das fotos os de multiplicação e divisão, e com certeza foram muito significativos, tanto para os alunos quanto para mim enquanto professora.


Thaysa D. Bortoncello e turma 32 - 2010 - EMEF Dezidério Fuzer - São Miguel - Restinga Sêca / RS

Alguns trabalhos turma 32 EMEF Dezidério Fuzer

Compartilho aqui um espaço muito especial da minha sala de aula, onde expomos alguns trabalhos realizados após a leitura de histórias - leitura coletiva ou individual - no nosso 'Painel de exposição de trabalhos'. Abaixo, nossa árvore da amizade, simbolizando nossa união e trazendo as datas de aniversários da turma.

Thaysa D. Bortoncello e turma 32 EMEF Dezidério Fuzer - 2010 - São Miguel - Restinga Sêca / RS

Folclore brasileiro

O folclore brasileiro é rico em histórias que fascinam por sua marcante magia e simplicidade. Através dele, é possível conhecer as peculiaridades de cada região brasileira, costumes, crenças, além de proporcionar a criação de várias outras histórias, atividades, brincadeiras, em que as próprias crianças podem se tornar os criadores de suas obras, trazendo suas fantasias e seu dia-a-dia de forma lúdica e transformadora. Assim, na Semana do Folclore desse ano (2010), visitamos as histórias, brincadeiras e cantigas mais conhecidas de cada região do Brasil, através da leitura, interpretação e vivências, e criamos um mural para mostrar tudo isso em uma apresentação que homenageou a Pátria. Aqui trouxe a foto do mural, não ficou lindo?! 

Thaysa D. Bortoncello e turmas do 3º ano - 32 e 31 e 2º ano - E.M.E.F. Dezidério Fuzer - 2010 - São Miguel - Restinga Sêca / RS

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

“Quem sabe não será momento de matracar as ideias dos presentes?”


             Paixão Côrtes, patrono da Feira do Livro de 2010, menciona que o despertar da Feira poderia acontecer através da “matraca”, em vez do sino. A matraca é a “peça que se usa na campanha para despertar as pessoas para os grandes acontecimentos”, ele explica.
             O patrono é uma grande personalidade do Rio Grande do Sul, participou na fundação do primeiro CTG no estado, idealizador da Chama Crioula e da Ronda Crioula e do desfile da Semana Farroupilha. Possui livros publicados resultantes de suas pesquisas sobre as tradições gaúchas. Além disso, citando matéria do Zero Hora, ele é “literalmente, um monumento cultural do Estado”, referindo-se à estátua do Laçador, em Porto Alegre, para a qual, o patrono da Feira do Livro 2010 posou como modelo.
            Não só modelo para o Laçador, Paixão Côrtes é modelo de cidadão gaúcho, que não deixa morrer as tradições e crenças desta terra, que eterniza nossa cultura para o mundo todo conhecer e, por tudo isso, merece ser Patrono da Feira do Livro 2010.


Postado por: Lisiane Borges

           

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Vale mais que mil palavras..

                 A figura que trazemos, de um bebê imitando seu pai, usando óculos e lendo um livro/jornal, demonstra que o gosto pela leitura deve começar em casa. O exemplo é o maior dos ensinamentos, pois a criança se acostuma com aquele ambiente aonde a leitura se faz presente.
                Certamente o menininho que hoje brinca de ler, amanhã será um leitor crítico, com opiniões próprias, atualizado e conhecedor de seu mundo.
                Visitantes, comentem suas impressões sobre a figura. Um abraço e até o próximo post.
Lisiane Borges

Importância da leitura

É na interação com diferentes formas de leitura que temos a possibilidade de (re)construir, transformar ou enriquecer nossa história de vida, conhecimentos e saberes. A literatura, em especial a infantil, tem a grande tarefa de despertar o gosto pela leitura nos nossos pequenos alunos, e nós, enquanto educadores, necessitamos criar estratégias que possam mediar essa construção. Assim, por ser indispensável ao homem, a literatura infantil necessita ser divulgada e utilizada na formação e sensibilização da consciência para análise e reflexão do mundo em sua ambigüidade e pluralidade e os professores devem desempenhar esse papel de mediação. Portanto, a literatura infantil, através de seu caráter lúdico-mágico, é o acesso garantido ao mundo da leitura e a tudo que ela proporciona.


Thaysa D. Bortoncello



Turma 32 - 2010 da EMEF Dezidério Fuzer criando uma história coletiva com seus 'bonecos ecológicos'.